
Mas o que move Serjão 100% a encarar um desafio tão grande?
O que leva um homem simples, de origem humilde, comerciante, filho do povo, a continuar sua luta política?
A resposta está na sua própria história.
Serjão não nasceu em berço político. Cresceu conhecendo de perto as dificuldades do dia a dia, o peso do trabalho duro, a luta para manter um negócio aberto e a responsabilidade de gerar renda e sustento. Essa vivência moldou seu caráter, sua forma direta de falar e, sobretudo, seu compromisso com as pessoas comuns — aquelas que raramente são lembradas nos grandes gabinetes de Salvador e Brasília.
Em sua primeira experiência eleitoral, como candidato a vereador em Remanso, Serjão surpreendeu. Sem máquinas, sem estruturas milionárias, mas com verdade, presença e proximidade, obteve uma votação expressiva, mostrando que seu nome ecoa entre aqueles que se sentem esquecidos pela política tradicional. Foi ali que nasceu algo maior: a certeza de que o Remanso e o interior da Bahia precisam — e merecem — uma voz firme na defesa do POVÃO.
Serjão 100% surge justamente dessa lacuna histórica: a ausência constante de um representante que olhe para o povo com carinho, respeito e disposição real para lutar por melhorias concretas. Alguém que saiba ouvir, que conheça a realidade das ruas, do comércio, do campo, das periferias e das pequenas cidades.
Ao lado de Niltinho, que busca a reeleição como Deputado Estadual, Serjão compõe essa luta que une experiência e renovação, raiz popular e compromisso institucional. Uma parceria pensada para fortalecer a representatividade regional e ampliar o alcance das demandas do interior baiano, da Assembleia Legislativa até Brasília.
Mais do que luta, Serjão 100% apresenta um propósito.
Mais do que um projeto pessoal, ele carrega um sentimento coletivo: o desejo de ver seu povo respeitado, ouvido e valorizado.
É essa motivação — nascida da humildade, fortalecida pela luta e guiada pelo amor à sua terra — que impulsiona Serjão a dar esse novo passo. Um passo ousado, desafiador, mas necessário.
Porque quando o povo se reconhece em quem o representa, a política deixa de ser promessa e passa a ser esperança.
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